Story 1394
by ptelius
1 | Start
Welcome, Adventurer!
You stand at the threshold of infinite possibilities. Before us lies an empty canvas, waiting for your imagination.
What kind of world calls to you? A medieval fantasy realm? A sci-fi universe? Post-apocalyptic wasteland? Or perhaps something entirely unique?
Tell me, what universe shall we bring to life?
2 | Em português
Bem-vindo, Aventureiro!
Você está no limiar de infinitas possibilidades. Diante de nós está uma tela vazia, esperando pela sua imaginação.
Que tipo de mundo te chama? Um reino de fantasia medieval? Um universo de ficção científica? Um mundo pós-apocalíptico? Ou talvez algo completamente único?
Diga-me, que universo vamos criar juntos?
3 | Um mundo de fantasia a ser descoberto por um garoto da terra que vai até numa fazenda pra pegar leite pra mãe
O Início da Jornada
Você é um garoto de 12 anos caminhando pela estrada de terra rumo à Fazenda do Senhor Santos. Sua mãe pediu que buscasse leite fresco.
O sol da tarde ilumina os campos ao redor. À frente, você vê o portão da fazenda. Algo no ar parece diferente hoje…
O que você faz?
4 | Avanço com cuidado pelos cascalhos, vou mais devagar quando chego na ponto, sinto arrepios da altura, mas também nostalgia pela água límpida lá embaixo entre as pedras. Avanço atento, os cães ficam à espreita e não sei se estão soltos.
A Ponte Velha
Seus pés encontram os cascalhos soltos da ponte de madeira. Abaixo, o riacho cristalino serpenteia entre pedras musgosas - você lembra de brincar ali quando menor.
As tábuas rangem sob seus passos. Do outro lado, na entrada da fazenda, você avista dois cães pastores. Suas orelhas se erguem ao perceberem sua presença. Um deles rosna baixo.
Você está no meio da ponte. Como prossegue?
5 | Paro ali mesmo na minha bicicleta e começo a chamar pelo senhor Santos, ou por dona Marília, sua esposa. Ninguém responde. Minha voz embargada e tremula de medo, mas grito ainda mais forte e os cães latem ainda mais
Silêncio Inquietante
Suas mãos apertam o guidão da bicicleta. “SENHOR SANTOS! DONA MARÍLIA!”
Apenas o eco da sua voz e os latidos furiosos respondem. Os cães avançam alguns passos, rosnando. A fazenda parece estranhamente deserta - nem galinhas, nem vacas fazem barulho.
Atrás de você, na ponte, algo brilha brevemente no riacho.
O que você faz?
6 | Corro para lá, para perto do outro lado da ponte. Onde tem cascalhos que eu poderia espantar os cães. Dona Marília e seu Santos devem estar nos fundos da fazenda, tratando dos porcos ou recolhendo o gado para tirar o leite da tarde.
Corrida Desesperada
Você pedala forte! A bicicleta balança sobre as tábuas. Os cães disparam em sua direção, latindo furiosamente.
Você atravessa a ponte - consegue! Seus pés tocam o chão e você agarra punhados de cascalho. Os cães param a poucos metros, rosnando mas hesitantes.
Ao fundo da fazenda, você ouve um som metálico - como um portão batendo. Será dos currais?
Mas algo te distrai: aquele brilho no riacho sob a ponte… agora pulsa, azul e hipnotizante.
O que você faz?
7 | Os cães estão pra me alcançar, não vou conseguir chegar nos cascalhos então eu paro e tento me levantar sobre a bike, pra parecer grande prós cães. Não funciona. Minha única alternativa é pular no rio onde brilha a luzes
O Salto
Você se levanta sobre a bike - os cães não recuam. Seus dentes estão muito perto!
Sem escolha, você salta da ponte direto para o riacho!
A água gelada te envolve. O brilho azul explode ao seu redor. Você sente uma força te puxando para baixo… mais fundo do que o riacho deveria ser.
Tudo escurece.
Você acorda em areia macia. Três luas brilham no céu.
8 | De repente eu acordo! Era um sonho!
Não… Não Foi Um Sonho
Você belisca seu braço - dói. A areia sob seus dedos é real e quente. As três luas continuam lá, cada uma com uma cor diferente: prateada, azulada e violeta.
Você está molhado. Sua roupa pinga água que brilha levemente. Ao seu lado, miraculosamente, está sua bicicleta coberta de areia.
À sua frente: uma floresta de árvores altíssimas com folhas luminescentes. Atrás: um oceano de águas escuras.
Você está em outro mundo. E precisa descobrir como voltar.
O que você faz?
9 | Foi um sonhos.
Confusão
Você se levanta, tonto. Sua cabeça dói. Será que foi um sonho?
Mas… você ainda está molhado. As três luas ainda brilham acima. A areia luminescente cola nos seus dedos.
Se foi um sonho, por que você não acordou em casa?
Como você testa se isso é real?
10 | Não
Acordando de Verdade
Você abre os olhos. Está na ponte, agarrado ao corrimão de madeira. Sua bicicleta caída ao lado.
Os cães da fazenda observam você à distância, calmos agora. O riacho corre normalmente abaixo - nenhum brilho azul.
“Menino! Você está bem?” - Dona Marília aparece vindo dos currais, preocupada.
Foi tudo um sonho vívido. Você deve ter caído da bicicleta e batido a cabeça.
O que você diz a ela?
